O pedagogo atua na docência da educação infantil dos anos iniciais do ensino fundamental e nas disciplinas pedagógicas do ensino médio, na gestão escolar e no planejamento, no desenvolvimento, na implementação e na avaliação de projetos educacionais em diferentes níveis; nas instituições escolares, além de setores empresariais que investem no desenvolvimento de recursos humanos.
| Corpo docente | ir para o topo> |
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Alines Leda Scurciatto |
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Diana Daniel Santos |
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Edilva Bandeira Sousa |
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Ermelinda Maria Prates |
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Gersulino Muniz da Silva |
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Helder Poloni |
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José Lafayete Oliveira Gonçalves |
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Juliana Akemi Torres Asano Catão |
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Luci Panucci |
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Luciano Guedes da Silva |
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Magali Aparecida Teixeira |
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Magali Tozzi |
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Maria Helena Miguel Kassim |
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Maria José Carneiro |
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Mirian Xavier de Barros |
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Moacir Ferreira de Amorim |
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Natal Bíscaro Neto |
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Romilda Soares de Oliveira Toneti |
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Susie Verdinasse Wagatsuma |
| Grade | ir para o topo> |
| Não cadastrado |
| Critérios de Avaliação | ir para o topo> |
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O acompanhamento do desempenho do professor, neste curso, assume uma grande parcela de importância. Ouvir-se-á o aluno, na fase Institucional, mas serão levados em conta, também, a auto-avaliação, a avaliação efetuada pelo conjunto dos professores e Coordenador de Curso, para se verificar se o que foi planejado em termos de ensino/pesquisa/extensão a cada ano foram cumpridos. Ter-se-á, como instrumento para essa análise, o "Relatório Docente de Atividades Realizadas no Ano", documento individual que pode ser caracterizado como um dossier, em que o professor descreve suas atividades de ensino e demais ocupações. Esse relatório possibilitará ao docente a reflexão sobre suas decisões instrucionais; contribuirá para a avaliação eficaz do ensino; permitirá a divulgação de trabalhos realizados com os alunos e facilitará a elaboração de resumo das mais importantes realizações. Avaliação da aprendizagem do aluno Ao curso de Pedagogia não interessa, somente, a reflexão e o relacionamento em termos de notas e pontuações ao final de cada bimestre/semestre e/ou ano letivo de uma disciplina isolada, independentemente de outras disciplinas/conteúdos que envolvam o aluno e complementem a sua formação. O registro da caminhada do aluno em números nos Diários de Classe pode ser considerado precário e muitas vezes injusto para traduzir sua formação, mas é regimental, não devendo, portanto, ser eximida. Entretanto, é possível adequar procedimentos que busquem refletir, com o aluno, a própria caminhada, tentar que cada um se auto-avalie e seja capaz de entrever, com relativa clareza e objetividade, a estrada que está palmilhando, na sua globalidade e em seus passos, avaliando-se, por exemplo: a responsabilidade com que assume a caminhada, os crescimentos nela registrados, o envolvimento, a participação, a competência demonstrada não em apenas um, mas no conjunto dos trabalhos realizados, em classe e fora dela. Há que se respeitar os procedimentos da avaliação regimental, mas respeitar, também, o fato de o aluno assumir o papel de sujeito e não de objeto da avaliação, tornando-se porta-voz de si mesmo; que se examine: pelo seu interesse pela matéria, motivação, identificação com o grupo, dificuldades e/ou facilidades para aprender; que assuma uma maior responsabilidade por si mesmo, como aluno e como pessoa, enfim, que se torne mais consciente de suas capacidades, fraquezas e potencialidades. A auto-avaliação do aluno, portanto, apresenta vantagens incontáveis na sua formação e, poderá ser desencadeada sob várias formas: oral, escrita, individual ou coletiva e, pode ter uma aplicação constante, durante todo o período letivo. O importante é o exercício da negociação entre professor e aluno, escoradas nas competências a serem desenvolvidas.
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